e-biotech · Memória e trajetória
Da pesquisa em resíduos à biotecnologia ambiental.
Desde 1997, o e-biotech constrói sua trajetória no Departamento de Engenharia Química e Engenharia de Alimentos da UFSC, conectando pesquisa, formação de pessoas e cooperação científica.
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Pessoas, pesquisas e novos caminhos
Os marcos da nossa história
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1997 As primeiras pesquisas na UFSC
O Prof. Dr. Hugo Moreira Soares
ingressa na UFSC e inicia suas atividades no Laboratório de Desenvolvimento de Processos Tecnológicos (LDPT). Sua experiência no Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo (IPT) ↗ e o doutorado na University of Massachusetts ↗ dão continuidade às pesquisas em tratamento biológico de resíduos, digestão anaeróbia e compostagem.
A remoção de nitrogênio ganha espaço entre os temas de investigação e ajuda a orientar a expansão das pesquisas do grupo.
2004 Integração ao Engebio
Uma reorganização dos espaços e dos grupos de pesquisa do EQA aproxima as atividades do Laboratório de Engenharia de Bioprocessos, então chamado Engebio e hoje denominado Laboratório de Engenharia Biológica (LiEB) ↗.
Essa etapa reúne experiências e amplia a convivência entre diferentes frentes de pesquisa em bioprocessos.
2010 Uma identidade própria: LTBR
O grupo se desvincula do Engebio e passa a se chamar Laboratório de Tratamento Biológico de Resíduos (LTBR). A nova identificação destaca sua dedicação aos processos biológicos aplicados ao tratamento de efluentes e resíduos.
2018 A Prof.ª Dr.ª Camila Michels integra a equipe docente
Em 2018, a Prof.ª Dr.ª Camila Michels
passa a integrar a equipe docente do laboratório, onde já havia atuado como discente durante o mestrado e o doutorado em Engenharia Química na UFSC, sob orientação do Prof. Dr. Hugo Moreira Soares.
Graduada em Engenharia Química pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) ↗, também realizou parte de sua pesquisa de doutorado na Rice University ↗, nos Estados Unidos.
Supervisora do e-biotech, atua em temas como poluentes emergentes, sistemas bioeletroquímicos e valorização de resíduos.
2019 Nasce o nome e-biotech
O laboratório adota o nome Laboratório de Biotecnologia Ambiental — e-biotech, de Environmental Biotechnology Laboratory. A mudança expressa a diversidade de temas e aplicações que passou a integrar sua atuação.
Tratamento de efluentes, remediação de áreas contaminadas, recuperação de recursos e geração de energia passam a conviver sob uma identidade mais abrangente.
2026 A Prof.ª Dr.ª Elisângela Edila Schneider na equipe docente
Em 2026, a Prof.ª Dr.ª Elisângela Edila Schneider
passa a integrar a equipe docente do EQA, na área de Processos Ambientais e Tecnologias Limpas, após sua atuação como pesquisadora de pós-doutorado no e-biotech. Doutora em Engenharia Química pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) ↗, seu percurso no laboratório inclui células microbianas de dessalinização, tratamento de efluentes e valorização de resíduos.
Uma base comum, muitas frentes
As pesquisas também evoluíram
Das primeiras investigações sobre remoção de nitrogênio, o grupo avançou para diferentes rotas biológicas de tratamento e valorização de resíduos. Nitrificação, desnitrificação, processo Anammox e transformações de enxofre se somaram às pesquisas com poluentes emergentes, recuperação microbiana de petróleo e remediação de solos.
Mais recentemente, os sistemas bioeletroquímicos conectam o tratamento de efluentes à geração de eletricidade e à dessalinização. Ao longo dessa trajetória, as aplicações alcançaram setores como suinocultura, laticínios, frigoríficos, curtumes, piscicultura e indústria do petróleo.
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A evolução também aparece na identidade
De LTBR a e-biotech
As marcas acompanham a mudança de nome e a ampliação da atuação do laboratório.